PELVE - AP

Paciente

Em D.D.H., ou ortostático, MMII em extensão e rotação interna, com o plano médio posicionado sobre a LCM, MMSS estendidos e abduzidos ao corpo.

Chassis / Filme

30×40 transversal, posicionado em relação às cristas do osso ilíaco.

Raio central

no centro da pelve, orientado para articulações coxofemorais.

DFF

1,00 m – com bucky.

BONTRAGER: Kenneth L.;  John P.  Manual Prático de Técnicas e Posicionamento Radiográfico. 8 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2015.
BONTRAGER: Kenneth L.;  John P.  Manual Prático de Técnicas e Posicionamento Radiográfico. 8 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2015.

Observação: Selecionar o filme de acordo com porte físico do paciente. 

PELVE - LOWESTEIN / MÉTODO DE RÃ

Paciente

Em D.D.H., quadris e joelho em flexão e abdução, com plano médio posicionado sobre a LCM, MMSS estendidos e abduzidos ao corpo.

Chassis / Filme

30×40 transversal, posicionado em relação às cristas do osso ilíaco.

Raio central

no centro da pelve, orientado ao nível das articulações coxofemorais.

DFF

1,00 m – com bucky.

BONTRAGER: Kenneth L.;  John P.  Manual Prático de Técnicas e Posicionamento Radiográfico. 8 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2015.
BONTRAGER: Kenneth L.;  John P.  Manual Prático de Técnicas e Posicionamento Radiográfico. 8 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2015.

Observação: Selecionar o filme de acordo com porte físico do paciente. 

PELVE - AP / método VAN ROSEN

Paciente

Em D.D.H., MMII em extensão, abdução a 45º, ou seja, 25º para cada lado em relação a LCM e rotação interna, com o plano médio posicionado sobre a LCM, MMSS estendidos e abduzidos ao corpo.

Chassis / Filme

30×40 transversal, posicionado em relação às cristas do osso ilíaco.

Raio central

no centro da pelve, orientado ao nível das articulações coxofemorais.

DFF

1,00 m – com bucky.

Imagem: Acervo do autor.
Imagem: Acervo do autor.

Observação.: Selecionar o filme de acordo com porte físico do paciente. 

PELVE – AXIAL ( IN LET / OUT LET )

Paciente

Em D.D.H., MMII em extensão, com o plano médio posicionado sobre a LCM, MMSS estendidos e abduzidos ao corpo.

Chassis / Filme

24×30 ou 30×40 transversal, posicionado em relação ao R.C.

Raio central

com um ângulo de 30º cranial e/ou caudal, orientado para 5 cm abaixo e/ou acima da borda superior da sínfise  púbica.

DFF

1,00 m – com bucky.

BONTRAGER: Kenneth L.;  John P.  Manual Prático de Técnicas e Posicionamento Radiográfico. 8 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2015.
BONTRAGER: Kenneth L.;  John P.  Manual Prático de Técnicas e Posicionamento Radiográfico. 8 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2015.
BONTRAGER: Kenneth L.;  John P.  Manual Prático de Técnicas e Posicionamento Radiográfico. 8 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2015.
BONTRAGER: Kenneth L.;  John P.  Manual Prático de Técnicas e Posicionamento Radiográfico. 8 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2015.

Observação:

PELVE - OBLÍQUA / ALAR E OBTURATRIZ

Paciente

Em D. lateralizado, com o PMS obliquado à ± 45º.

Alar = quadril e joelho em flexão e abdução.

Obturatriz = MI em extensão sobre o membro oposto

Chassis / Filme

24×30 30×40 transversal / longitudinal, em relação ao R.C.

Raio central

⊥ orientado para articulação do quadril.

DFF

1,00 m – com bucky.

BONTRAGER: Kenneth L.;  John P.  Manual Prático de Técnicas e Posicionamento Radiográfico. 8 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2015.
BONTRAGER: Kenneth L.;  John P.  Manual Prático de Técnicas e Posicionamento Radiográfico. 8 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2015.
BONTRAGER: Kenneth L.;  John P.  Manual Prático de Técnicas e Posicionamento Radiográfico. 8 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2015.
BONTRAGER: Kenneth L.;  John P.  Manual Prático de Técnicas e Posicionamento Radiográfico. 8 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2015.

ObservaçãoALAR: lado a ser radiografado fica mais próximo da mesa. OBTURATRIZ : lado a ser radiografado fica mais distante da mesa. 

QUADRIL - AP

Paciente

Em D.D.H., MMII em extensão e rotação interna, centralizar o quadril de interesse sobre a LCM.

Chassis / Filme

24×30 / 30×40 longitudinal, posicionado em realção a crista ilíaca.

Raio central

⊥ orientado para articulação do quadril.

DFF

1,00 m – com bucky.

BONTRAGER: Kenneth L.;  John P.  Manual Prático de Técnicas e Posicionamento Radiográfico. 8 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2015.
BONTRAGER: Kenneth L.;  John P.  Manual Prático de Técnicas e Posicionamento Radiográfico. 8 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2015.

Observação:

QUADRIL - PERFIL

Paciente

Em D.D. L., quadril e joelho em flexão, abdução, centralizado sobre a LCM.

Chassis / Filme

24×30 / 30×40 longitudinal, posicionado em realção a crista ilíaca.

Raio central

⊥ orientado para articulação do quadril.

DFF

1.00 m – com bucky.

BONTRAGER: Kenneth L.;  John P.  Manual Prático de Técnicas e Posicionamento Radiográfico. 8 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2015.
BONTRAGER: Kenneth L.;  John P.  Manual Prático de Técnicas e Posicionamento Radiográfico. 8 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2015.

Observação:

QUADRIL – PERFIL CIRÚRGICO

Paciente

Em D.D.H., MI em extensão na posição em que se encontrar o paciente.

Chassis / Filme

24×30 longitudinal, ⊥ sobre a mesa, e acima da crista ilíaca.

Raio central

⊥ ao filme na horizontal, orientado para articulação do quadril (face interna).

DFF

1,00 m – sem bucky.

BONTRAGER: Kenneth L.;  John P.  Manual Prático de Técnicas e Posicionamento Radiográfico. 8 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2015.
BONTRAGER: Kenneth L.;  John P.  Manual Prático de Técnicas e Posicionamento Radiográfico. 8 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2015.

Observação: Incidência realizada comumente no leito ou em centro cirúrgico. 

ARTICULAÇÃO SACRoILÍACA - AXIAL

Paciente

Em D.D.H., MMII em extensão e rotação interna forçada (Ferguson), centralizar o plano médio sobre a LCM.

Chassis / Filme

24X30 longitudinal, posicionado em relação ao R.C.

Raio central

com um ângulo 30º cranial, orientado para o centro da pelve ± 5 cm acima do nível entre as articulações coxo femorais.

DFF

1,00 m – com bucky.

BONTRAGER: Kenneth L.;  John P.  Manual Prático de Técnicas e Posicionamento Radiográfico. 8 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2015.
BONTRAGER: Kenneth L.;  John P.  Manual Prático de Técnicas e Posicionamento Radiográfico. 8 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2015.

Observação: Incidência realizada com cilindro ou colimação adequada. 

ARTICULAÇÃO SACRoILÍACA - OBLÍQUA

Paciente

Em D.L., MI em extensão na posição neutra, plano médio com 30º de obliquidade, centralizar a articulação sobre a L.C.M.

Chassis / Filme

18X24 longitudinal / 24×30 – transversal, posicionado em relação ao R.C.

Raio central

⊥ orientado ± 10 cm abaixo da região mais cranial da crista ilíaca.

DFF

1,00 m – com bucky.

BONTRAGER: Kenneth L.;  John P.  Manual Prático de Técnicas e Posicionamento Radiográfico. 8 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2015.
BONTRAGER: Kenneth L.;  John P.  Manual Prático de Técnicas e Posicionamento Radiográfico. 8 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2015.

Observação:

Referências Bibliográficas

BONTRAGER: Kenneth L.;  John P.  Manual Prático de Técnicas e Posicionamento Radiográfico. 8 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2015.

DRAKE, Richard L.; VOGL, A. Wayne; MITCHEL, Adam W. M.: Gray’s anatomia clínica para estudantes. 3 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2015.

NETTER: Frank H. Netter Atlas De Anatomia Humana. 5 ed. Rio de Janeiro, Elsevier, 2011.

MOORE: Keith L. Anatomia orientada para a clínica. 7 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014.

MOELLER: Torsten B.; Reif E. Pocket Atlas of Sectional Anatomy Computed Tomography and Magnetic Resonance Imaging. 4ª ed. Stuttgart,: Thieme, 2007.
 

SOBOTTA: Sobotta J. Atlas de Anatomia Humana. 21 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000.

WEIR: Jamie W.; James A.; Atlas de anatomia humana em imagem. 5ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2018.

Gostou do conteúdo? Ajude-nos compartilhando em suas redes sociais ou imprima para revisar.